Logotipo do Jornal de Resenhas
Foto da capa do livro Um clássico da filosofia política
Um clássico da filosofia política
Traduzido pela primeira vez em português o anônimo Vindiciae contra tyrannos

Ao lado da tradução para o português, a edição brasileira de Vindiciae Contra Tyrannos traz vários textos de Frank Carvalho, em que o professor mostra o contexto histórico em que a obra surgiu, analisa cada parte do livro e aborda outros textos antiabsolutistas do período. Além disso, traz um estudo em que Carvalho defende que o verdadeiro autor do livro, escondido sob o pseudônimo de Stephanus Junius Brutus, é Philippe de Mornay, diplomata, político, jurista e teólogo protestante. “Pode parecer pretensioso, mas nossa busca nos direciona a uma conclusão: tudo indica que Philippe Du Plessis-Mornay foi o autor principal das Vindiciae Contra Tyrannos e, na perspectiva moderna, ele deve ser considerado como o autor da prestigiada obra”, escreve Carvalho. Os comentários são de Silvio Gabriel Serrano Nunes.

Foto da capa do livro Quem foi Pedro de Alcântara?1
Quem foi Pedro de Alcântara?
Angela Alonso comenta o livro de R. J. Barman,

Joaquim Nabuco dizia que o centro de uma história do Segundo Reinado seria naturalmente o imperador. Ele mesmo tomou, em Um Estadista do Império, outro caminho, prisioneiro da armadilha que assombra biógrafos, a de, ao construir empatia com o biografado, resvalar para sua heroicização. No caso do imperador, há problema adicional: como tratar com densidade a pessoa Pedro de Alcântara e sua posição de centro da vida política brasileira por meio século?


Foto da capa do livro O guardador de segredos de Davi Arrriguci Jr.1
O guardador de segredos de Davi Arrriguci Jr.
Murilo Marcondes de Moura comenta novo livro de crítico consagrado

“É toda a minha vida que joguei”. O conhecido verso de Drummond, presente em poema que celebra a conquista de sua maturidade criadora, ocorreu-me após a leitura de O guardador de segredos, novo livro de crítica de Davi Arrigucci Jr. Não apenas por ser o mais recente de um crítico de atuação já duradoura (quase quarenta anos nos separam de seu primeiro livro, O escorpião encalacrado), e dos mais destacados entre nós, mas por compor com os anteriores, inclusive com os dois livros de ficção, uma espécie de mitologia pessoal, ao menos uma unidade flagrante. Que unidade é essa?


Foto da capa do livro A Crítica da razão pura entre nós1
A Crítica da razão pura entre nós
A difícil tarefa do tradutor

Publicada pela primeira vez em 1781, a Crítica da razão pura, de autoria do filósofo alemão Immanuel Kant, teve que esperar até 1978 para ser integralmente vertida para a língua portuguesa. Os autores da façanha – Valerio Rodehn e Udo Baldur Moosburger – tiveram seus esforços compensados pela publicação de sua versão na série Os pensadores, então editada pela Abril Cultural e vendida em bancas de jornal. Essa circunstância garantiu a essa tradução a justa projeção que ela merece, ao mesmo tempo em que propiciou uma penetração enorme junto ao público leitor, especializado ou não, que dificilmente poderia ser igualada por edições posteriores.


Apoio cultural
Apoio institucional
Top